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Combustíveis alternativos

Cada vez mais conscientes do impacte ambiental resultante da utilização dos combustíveis tradicionais, as instituições internacionais e os governos da maioria dos países procuram desenvolver tecnologias que permitam uma utilização massiva dos designados combustíveis alternativos, o hidrogénio, o etanol, o biodiesel e o gás natural.

Automóvel movido a hidrogénio

Automóvel movido a hidrogénio

 O etanol já constitui um exemplo de sucesso na sua utilização em alternativa à gasolina. Nos Estados Unidos é principalmente feito a partir de milho e no Brasil a partir da cana de açúcar. Alguns fabricantes de automóveis vendem motores que conseguem funcionar com gasolina e com Etanol E85, um combustível que é constítuido por 15% de gasolina e 85% de etanol.

 As células de combustível em que pode ser utilizado o hidrogénio não reúnem consenso relativamente à sua eficiência, uma vez que este não é uma fonte de energia primária. Apesar disso, algumas marcas de automóveis já apresentaram protótipos deste tipo.

http://www.fueleconomy.gov/feg/current.shtml

http://www.em10taque.com/help10k/10-combustiveis-alternativos-em-uso-hoje/

http://www.ipv.pt/millenium/Millenium29/21.pdf

Telescópio Hubble sustituído por James Webb

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Imagem virtual do telescópio James Webb

 O telescópio espacial Hubble será substituído por um novo, chamado James Webb. A sua construção só estará concluída no final de 2018, ano em que será lançado para o espaço posicionando-se a um milhão de quilómetros da Terra.

Estima-se que o telescópio James Webb seja cem vezes mais poderoso que o Hubble, permitindo obter mais conhecimentos acerca do desenvolvimento inicial do universo.

Será constituído por um espelho de 21 metros de altura e 18 espelhos menores, hexagonais.

Galileo (Sistema europeu de posicionamento global)

Um dos satélites do Galileo

Um dos satélites do sistema Galileo

 Concebido desde o início como um projeto civil, em oposição ao GPS americano, ao GLONASS russo e ao Compass chinês que são de origem militar, apresenta várias vantagens, como por exemplo, maior precisão (ainda a ser confirmado em testes reais), maior segurança (possibilidade de transmitir e confirmar pedidos de ajuda em caso emergência) e menos sujeito a problemas técnicos.

Segmento espacial– Constituído por 30 satélites (27 operacionais e 3 suplentes), posicionados em três planos orbitais diferentes, encontram-se a uma altitude de 23.222 km

Segmento de controlo– Será constituído por três estações, duas na Alemanha e a terceira na Itália.

 

Bosão de Higgs vale Prémio Nobel da Física 2013 a François Englert e Peter Higgs

O belga François Englert esquerda) e o britânico Peter Higgs (direita)

O belga François Englert (esquerda) e o britânico Peter Higgs (direita)

O belga François Englert e o britânico Peter Higgs receberam o Prémio Nobel de Física de 2013 pela “descoberta teórica de um mecanismo que contribui para a compreensão da origem da massa das partículas subatómicas”.

Englert, com o físico belga Robert Brout (já falecido), por um lado e Higgs, por outro, propuseram em 1964, ao mesmo tempo e de forma independente, a existência do que ficou conhecido como o bosão de Higgs ou a dita “partícula de Deus”. Quase cinquenta anos depois, a 4 de Julho de 2012, o Centro Europeu de Física de Partículas (CERN) anunciou a confirmação experimental de que o bosão existe. O bosão de Higgs combina duas forças da natureza e mostra que são, de facto, aspectos diferentes de uma mesma força maior, sendo que esta partícula é a responsável pela existência de massa nas partículas elementares. É conhecido como a “partícula de Deus” porque confere ordem e massa ao Universo.